COMUNICAR – “UMA ARTE”

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Na comunicação com a pessoa comatosa o enfermeiro não deve interpretar a comunicação como uma mera transmissão de pensamentos lógicos e definidos, inclui todo o tipo de mensagem (verbal/não, verbal) entre duas mentes, onde esta forma de comunicar transcende o que é percecionado pelos sentidos do profissional. Comunicar com a pessoa comatosa é a arte de comunicar não só com o que observo, pois esta mostra apenas um corpo de pessoa que é! A comunicação deve ser vista como a formação de uma camada subaquática crescente de mediatismo, banalização de afetos, padronização de sentimentos, distante e triste, dando origem a laços frágeis e de solidão. Este contexto deve ser interpretado pelo enfermeiro com perícia e perspicácia, promovendo a comunicação assertiva e adequada à situação de fragilidade e incapacidade, cuidando com humanidade todas as dimensões da pessoa.
Autor

Paulino Mendes Silva | Enfermeiro | Email: pmsvruiva@gmail.com

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A SATISFAÇÃO DA CRIANÇA/FAMÍLIA SOBRE A PREPARAÇÃO PRÉ-OPERATÓRIA REALIZADA PELA EQUIPA DE ENFERMAGEM

Criança e enfermeiro

A cirurgia é um momento de ansiedade e preocupação na vida da criança e sua família, em virtude de haver alteração das suas rotinas, com imposição de um ambiente desconhecido, com separação das figuras securizantes da criança, possíveis implicações de lesão corporal, e perda de autonomia, alterando o seu bem-estar físico e psicológico, repercutindo-se estes efeitos na família. Para atenuar estes fatores de stress a enfermagem tem uma intervenção crucial na preparação psicológica da criança para a cirurgia e internamento. Foi realizado um estudo de investigação com o objetivo de conhecer a satisfação da criança/família relativamente à consulta de enfermagem pré-operatória realizada num Hospital de Lisboa.
Autores:
Helena de Fátima Heleno Oliveira | Selma Alexandra Teixeira Carrilho | Susana Maria Reis Mendes

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